terça-feira, 8 de setembro de 2009

Os chinelos

 

Chegando a cidade vizinha, onde deveria dirigir uma escola, o professor se deu conta de que esquecera os chinelos. Escreveu à mulher nos seguintes termos:

– Manda-me pelo portador os teus chinelos.

– Escrevo “teus” porque se escrevesse “meus”, você ao ler este bilhete entenderia que eu quero os teus chinelos.

– De que me adiantaria os teus chinelos?

– Por isso escrevo claramente “teus chinelos” para que leias e mande os meus, como quero.

Fonte: O Professor

Post(0038) NG – Setembro 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Liçoes de vida

 

Regina Brett de Cleaveland, Ohio completou 50 anos em 2006 e para celebrar o envelhecer,  escreveu 45 lições que a vida lhe ensinou, aqui estão algumas por mim escolhidas:

– A vida não é justa, mesmo assim é boa.
– Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo passo.
– A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
– Seu trabalho não vai cuidar de você quando adoecer. Seus amigos e seus pais vão, mantenha contato.
– Você não tem que vencer todo os argumentos. Concorde para variar.
– Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.
-. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
– Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague o seu presente.
-. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia é a deles.
– Se um relacionamento tem que ser segredo, você não deveria estar nele.
– Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
– Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
– Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
– O órgão sexual mais importante é o cérebro.
– Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
– Sempre escolha a vida.
– Esforce-se para perdoar tudo e todos.
– O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
– Independentemente da situação ser boa ou ruim, irá mudar.
– Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva.
– Não faça auditoria de sua vida, faça o melhor dela agora.
– Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
– Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
– Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
– A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente.

– O melhor está por vir.

Texto de Regina Brett, resumido 

Post(0037) NG – Setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Principio do vácuo

 

Objetos

– Se você tem o hábito de juntar objetos inúteis acreditando que um dia poderá precisar deles?

– Se você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos sem serventia?

– Se você tem o hábito de guardar dentro de você mágoas, ressentimentos, raivas e medos?- Não faça isso. É antiprosperidade.

– É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem a sua vida, eliminando o que é inútil para que a prosperidade venha.

– O vácuo provocado por este vazio atrairá tudo o que você almeja.

– Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço para as novas.Os bens precisam circular. Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem,…

Doe o que você não usa mais, venda, troque, movimente e não acumule.
Não são os objetos guardados, mas a atitude de guardar um monte de coisas inúteis que amarra a vida.

Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e que você não terá meios de prover suas necessidades futuras.

Com essa postura, você está enviando uma mensagens para o seu cérebro e para a sua vida: – Não confia no amanhã e acredita que o novo e o melhor não são para você.

Acreditar que o melhor não é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida, gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.

O simples fato de doar o um velho objeto, colocando-o em circulação, cria um vácuo para que algo novo ocupe este espaço.

Emocionante também é passar a acreditar que o novo compensará o objeto doado.

– Gente, uma faxina básica é sempre bem-vinda, apesar da trabalheira que isso provoca. Arejar espaços, fora e dentro faz um bem enorme!
Vamos lá… Mãos à obra!

Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!

Autor desconhecido

Post(0036) NG – Setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cronômetro de Taylor

 

Ele circulava pela fábrica portando um indefectível cronômetro. Quando lhe perguntavam o que fazia, respondia: “Estou medindo o grau da eficiência”. O cronômetro de Frederick Taylor (engenheiro americano que viveu entre os anos 1856 e 1915, considerado o pai da administração científica) não media apenas o tempo, ele calculava a relação entre o trabalho realizado e o volume de recursos utilizados, inclusive o tempo, o mais escasso dos recursos. O início do século 20 foi um período de espetaculares acontecimentos. Foi a era da introdução do automóvel, do telefone, do surgimento de uma nova física que dividiu o átomo, da aceitação do inconsciente humano. O mundo nunca mais foi o mesmo depois daqueles anos.

Foi nesse período que alguns homens, Taylor entre eles, lançaram as bases para a criação de uma nova ciência: a administração. No dizer de Peter Drucker, essa foi a mais importante de todas as invenções, pois foi ela que viabilizou as outras. E, entre seus primeiros conceitos, encontramos a eficiência, a capacidade de atingir resultados crescentes com economia de recursos.

O tempo passa e a ideia da eficiência só se fortalece. A sustentabilidade, por exemplo, é descendente dela. Precisamos continuar produzindo, mas sem desgastar o planeta. E, acima de tudo, precisamos acertar nosso ritmo pessoal com o do mundo, pois parece que este ficou parecido com o coelho da Alice, que repetia sem parar “Estou atrasado, estou atrasado”. O mundo ficou mais rápido e fez surgir um novo tipo de patrão e de cliente, mais apressado e menos paciente. Nas empresas não precisamos só fazer mais com menos, mas mais rápido.

Sim, o cronômetro do Taylor continua ligado, mas alguma coisa mudou. Ele agora não mede a velocidade da tarefa, e sim o uso racional do tempo. O que interessa mesmo não é quanto tempo você gastou e sim como você o utilizou. Observe se você se organizou, respeitou a agenda e antecipou as urgências.

Quem percebe isso tem uma vantagem sobre os demais: usa o tempo a seu favor e no final do dia pode ir para a academia, para o clube ou para o cinema, sem culpa.

Texto de Eugenio Mussak (eugenio@ssdi.com.br) 

Postt(0035) NG – Setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Escada de inferência

 

Post(0034) NG - Setembro de 2009

Percistência e dedicação

 

Grandes conquistas 1

– Quando você olha para uma grande conquista, geralmente só consegue ver o resultado final. Isto acontece porque o brilho dessa conquista ofusca todos os pequenos detalhes que foram necessários para alcançá-la.

– Aquele que alcança o sucesso, chega a esse ponto fazendo basicamente coisa com as quais você já tem familiaridade: Falar ao telefone, escrever cartas, comprar materiais, pagar contas, …

– A grandeza do sucesso não vem de um poder sobrenatural, ou uma vantagem especial, mas sim da persistência e dedicação.

– As grandes conquistas são construídas dia após dias, por pessoas como nós, vem de ações comuns, focadas num objetivo específico, com dedicação contínua e resolução inabalável.

– Quase tudo é possível quando você vai atrás de um objetivo, procurando sempre conquistá-lo passo por passo.

Texto de Ralph Marston, resumido. 

Post(0033) NG  -Setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Visão de excelência

 

“O mestre na arte da vida faz pouca distinção entre seu trabalho e seu lazer, entre sua mente e seu corpo, entre sua educação e sua recreação, entre seu amor e sua religião. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se ele está trabalhando ou se divertindo. Para ele, está simplesmente fazendo ambas as coisas simultaneamente”

Fonte: Zen-Budista

Post(0032) NG – Setembro 2009