segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Treinamento de assertividade

 

Post (0051)

– A arte de negociar é a palavra, negociar um projeto, um contrato, dívidas, e, mesmo em família. Ou seja, o negócio é negociar.

– Este fato tão necessário para uns é para outros um prazer.

– Aqui trago algumas dicas do sistema “Treinamento de assertividade”, bastante aplicado em situações de conflito e útil para aprendermos a mudar nossas atitudes ante uma situação de conflito.

– A atitude encontra-se entre a psicologia e a sociologia. É uma combinação de ambas, é o resultado de uma mescla de aspectos, como o caráter, o temperamento, a personalidade as motivações, tudo entrelaçado com os costumes e as influências do âmbito social e cultural.

– O que não cabe dúvida é que nossas atitudes pessoais impregnam as relações que podemos ter.

– Na arte de negociar e fechar tratos o “Treinamento Assertivo” aporta um excelente material para adquirir atitudes auto-afirmativas.

– Ante um conflito, a atitude assertiva nos permitirá nos mostrarmos serenos e capazes de manifestar nosso desacordo sem entrar no terreno da agressividade e da imposição de respostas.

– Para colocar argumentos válidos, discuti-los, rebater com tranqüilidade e impor critérios próprios durante qualquer negociação é necessário levar em conta vários fatores. A seguir alguns conselhos práticos:

1- Ter claro o objetivo que se persegue. Neste primeiro momento o mais importante é conseguir que nos escutem, que nossos direitos não sejam desprezados, ficando claro que queremos solucionar o conflito e esta é a prioridade.

2- Tente que o outro tenha claro o que quer. Este é válido no caso em que desejamos negociar a parir de um conjunto de argumentos próprios e alheios. Mostrando que existem alternativas para chegar a um ponto bom para os dois lados.

3- Fazer com que nos escutem. Devemos manifestar nossa opinião com firmeza, mas sem agressividade. As mensagens devem ser telegráficas. As repetições devem referir-se tanto a nossa como a mensagem que o outro esta nos passando. Por exemplo: “ Vejo que estas me dizendo que acreditas ter razão …” Mas tente me escutar , permita que eu dê meus argumentos, por favor …

4- Escutar o outro e demonstrar-lhe isso. Pode ser feito repetindo-se sinteticamente alguma mensagem que o outro nos transmitiu.

5- Ir diretamente ao que interessa. Significa evitar rodeios mediante argumentos secundários pois o outro pode utilizar-los como acordos prévios.

6- Mostrar sinceramente o que se sente. Isto feito sempre e quando acreditamos que isto possa ser útil.

7- Dirija-se a pessoa chamando-a pelo nome. Isto demonstra que somos conscientes de com quem estamos falando.

8- Reconhecer quando for necessário, que necessitamos de tempo para pensar, ou clarear nossas idéias. O ideal e´ que se inicie a reunião acordando-se que não é obrigatório que a decisão tenha de sair deste encontro, isto abre espaço para se poder negociar sem “ a faca no pescoço”.

9- Levar em conta aspectos fisiológicos que podem passar despercebidos. O rítimo respiratório é chave para controlar a tensão este deve ser profundo e calmo. A postura do corpo a mais correta possível. O olhar, como complemento, deve ser sempre direto, fazendo contato com os olhos do interlocutor.

10- Estar sempre disposto a interromper momentaneamente a discussão, uma vez que se esgotaram os recursos disponíveis. É imprescindível para seguir adiante em outra ocasião. Saber aceitar que as coisas muitas vezes simplesmente não têm solução. Faz parte da vida

Todas estas sugestões não são infalíveis. O que fica claro é que a atitude assertiva só é factível se existe uma disposição para se negociar.

Texto de Maria Antônia Plaxats – Resumido para caber no Blog – NG Canela – Novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Frase certa no momento certo

 

Post (0050)

– O que aconteceu ontem?
– Bem pai, você chegou às três da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, fez xixi no guarda-roupa, vomitou no tapete da sala e machucou o olho ao bater na porta do quarto.
– E porque está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, as aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
– Bem pai, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando as suas calças, você gritou:

– “NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU UM HOMEM CASADO!”

Conclusões:
– Uma ressaca: R$ 170,00 (+ ou – )
– Móveis destruídos: R$ 1.200,00
– Café da manhã: R$ 10,00
– Outras despesas: R$ 500,00
– Dizer a frase certa no momento certo: NÃO TEM PREÇO !

Publicada em um jornal local – NG Canela – Novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

Hospital psiquiátrico - O teste da banheira

 

Post (0049)

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor
– Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor: – Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não (antes de prosseguir com a leitura do post escolha a sua opção).
– Entendi – disse o visitante – uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
– Não – respondeu o diretor – uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
Dedicado a todos que escolheram o balde.
A vida tem muito mais opções… E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos….

Colaboração de BH – NG Canela – Novembro de 2009

sábado, 7 de novembro de 2009

Balada para um louco

 

Post (0048)

– Num dia desses ou, numa noite dessas você sai pela sua rua ou, pela sua cidade ou, sei lá, pela sua vida, quando de repente,por detrás de uma árvore, apareço eu!!!

– Mescla rara de penúltimo mendigo e primeiro astronauta a pôr os pés em Vênus.
– Meia melancia na cabeça, uma grossa meia em cada pé, as flores da camisa desenhadas na própria pele e uma bandeirinha de táxi livre em cada mão.

– Ah! Ah! Ah! Você ri… Você ri porquê só agora você me viu.
– Mas eu flerto com os manequins, o semáforo da esquina me abre três luzes celestes. E as rosas da florista estão apaixonadas por mim, juro, vem, vamos passear. E assim meio dançando, quase voando eu te ofereço uma bandeirinha e te digo:

– Já sei que já não sou, passei, passou. A lua nos espera nessa rua é só tentar.
– E um coro de astronautas, de anjos e crianças bailando ao meu redor, me chama: -“Vem voar.”

– Já sei que já não sou, passei, passou. Eu venho das calçadas que o tempo não guardou. E vendo-te tão triste, te pergunto: O que te falta? – Ah! Ah! Ah! Ah!

– Louco, louco, louco! Foi o que me disseram quando disse que te amei. Mas naveguei as águas puras dos teus olhos e com versos tão antigos, eu quebrei teu coração.– Ah! Ah! Ah! Ah!

– Louco, louco, louco, louco, louco! Como um acrobata demente saltei dentro do abismo do teu beijo até sentir que enlouqueci teu coração, e de tão livre, chorei.

– Vem voar comigo querida minha, entra na minha ilusão super-esporte, vamos correr pelos telhados com uma andorinha no motor. – Ah! Ah! Ah!
– Do Vietnã nos aplaudem: Viva! Viva! os loucos que inventaram o amor! E um anjo, o soldado e uma criança repetem a ciranda que eu já esqueci.
– Vem, eu te ofereço a multidão, rostos brilhando, sorrisos brincando.
– Que sou eu? – Sei lá, um… Um tonto, um santo, ou um canto a meia voz.

– Já sei que já não sou, nem sei quem sou. Abraça essa ternura de louco que há em mim. Derrete com teu beijo a pena de viver.
– Angústias, nunca mais!!! – Voar, enfim, voar!!!

– Ama-me como eu sou, passei, passou. Sepulta os teus amores vamos fugir, buscar, numa corrida louca o instante que passou, em busca do que foi!!! – Voar, enfim, voar!!! – Ah! Ah! Ah! Ah!… – Viva! viva os loucos!!! Viva! Viva! Os loucos que inventaram o amor!

Todos nós temos um pouco de louco, esta é a visão dos compositores: Astor Piazzolla e Horácio Ferres em uma canção interpretada por Moacyr Franco – NG Canela – Novembro 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Síndrome do retrovisor

 

retrovisor 1Post (0047)

– Muito se fala sobre as novas tecnologias e seus usos no meio digital.

– E todos os dias somos bombardeados com notícias sobre experiências bem sucedidas na área on-line, desde empresas que colocam a seu favor de maneira criativa as funcionalidades da Web 2.0, como pessoas comuns se tornam astros da noite para o dia. O crescimento exponencial das empresas 100% digitais que fazem negócios on-line e que já são páreo entre as maiores e tradicionais empresas globais.-O que espanta não é o avanço conquistado por essas empresas e pessoas, e sim que muita gente ainda olha para tudo isso com certo desdém, como se o que está acontecendo fosse uma grande mentira.

– Na década de sessenta já se discursava sobre questões como o futuro das comunicações e do trabalho, do livro, a participação do telespectador frente à televisão, sobre o futuro do jornalismo, profetizando a participação do cidadão comum na criação e gestão da noticia, observando o ambiente que se formava mesmo sem que as pessoas percebessem – Hoje, com a rapidez das transformações causadas pelas tecnologias, parece incompreensível que ainda exista alguém descrente de um “futuro” que não tem volta.

– Porém, precisamos entender sobre o comportamento natural das pessoas frente às novas tecnologias: “É típico em nossa orientação retrovisora que olhemos para todas essas novas tecnologias como se fossem reflexos da velha tecnologia. Há tempo as pessoas, ao se depararem com cada nova tecnologia, a retraduzem para a tecnologia antiga.Todos vocês conhecem exemplos disso. Os primeiros automóveis foram feitos com porta-chicotes…”

– Ao adaptarmos as novas tecnologias aos velhos padrões, perdemos a oportunidade de tirar o melhor proveito delas. E é aí que os mais antenadas tiram vantagens significativas, inovando e aproveitando o melhor do momento em que estão inseridas.

– O fato é que diariamente nos deparamos com pessoas e empresas que vivem a “Síndrome do Retrovisor”.

– E você, conhece alguém com esta síndrome?

Texto de Raquel Costa, resumido – NG Canela – Novembro 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O melhor produto da região

 

Post (0046)

Ao descobrir um fazendeiro que conseguia ganhar todas as medalhas do Ministério da Agricultura, porque o seu milho era de excelente qualidade e alta produtividade, indignado, um jornalista resolveu ir até o lugar onde ele trabalhava, pensando em escrever uma grande matéria sobre o segredo de tamanho sucesso.Ali chegando, foi logo perguntando, o que ele fazia para sempre produzir o melhor produto da região.

– Muito Simples, respondeu o fazendeiro.

– No final da colheita, separo uma boa parte dos grãos, e distribuo para os meus vizinhos.

– Distribuir aquilo que colhestes? perguntou o jornalista surpreso.

– Será que não entendes que seus vizinhos também são seus concorrentes, e estão querendo produzir mais?

– Será que não compreendes que tudo é uma coisa só? explicou o fazendeiro.

– Na primavera, o vento traz o pólen, e este se espalha por todo o lugar. Se meus vizinhos plantarem algo ruim, minha colheita será também afetada.

– Para ter o melhor produto da região, preciso fazer com que os campos ao meu redor mantenham a mesma qualidade.

– Não podemos fazer nada de bom na vida, se não estimularmos os outros a fazem o mesmo.

Texto original de Paulo Coelho – NG Canela – Novembro 2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009

EleganciA DO COMPORTAMENTE

 

Post (0045)

– Existe uma coisa difícil de ser ensinada, talvez por isso esteja cada vez mais rara: A elegância do comportamento.

– É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange mais que um simples obrigado diante de uma gentileza.

– É a elegância que nos acompanha e se manifesta nas situações mais prosaicas quando não há festa alguma nem observadores por perto.

– É possível detecta-la nas pessoas que mais elogiam do que criticam, nas que escutam mais do que falam, passando longe das fofocas e pequenas maldades no boca a boca;

– Nas que não usam um tom superior de voz, por exemplo, ao se dirigir a um frentista, nas que evitam assuntos constrangedores por não sentir prazer em humilhar os outros e pontuais.

– Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, quem presenteia fora de datas festivas, que cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda que se pergunte antes quem esta falando e só depois manda dizer se está ou não.

– Oferecer flores é sempre elegante.

– É fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve fazer para isto acontecer.

– É em alguns momentos mudar seu estilo só para se adaptar ao outro.

– É desejar bom dia, boa tarde, pedir licença, agradecer…

– É não falar em dinheiro em bate-papos informais.

– Sobrenome, joias e nariz empinado não substituem a elegância de um gesto, não há livro que ensine a se ter uma visão generosa do mundo, e estar nele de uma forma não arrogante.

– Olhar nos olhos ao conversar, oferecer ajuda, abrir a porta para alguém, ceder o lugar, sorrir faz um bem danado para a alma e é muito elegante… Já gargalhar a toa …

– Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, nas tentar imitá-la é improdutivo, a saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de seu status social.

Recebi este texto de um amigo – NG Canela – Novembro de 2009.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Escolha

 

oportunidadesPost (0044)

– Num mundo onde tudo é relativo e as pessoas procuram tirar proveito de tudo para si mesma, DAR um bom exemplo ou encontrar um para seguir parece uma tarefa difícil – Mas a verdade são OPORTUNIDADES que estão tanto nas grandes coisas, como nas pequenas também.– Pense nas pessoas que influenciaram a sua vida.

– Não é difícil reconhecer os gestos, as atitudes e comportamento que marcaram mais PARA você.

– E muitas vezes, sem perceber, você é observado por quem esta perto. Seja na maneira de falar com OS OUTROS, num trabalho, num sorriso para um estranho ou até mesmo num “muito obrigado” na hora certa.

– Ser um bom exemplo É uma escolha.

– Qual exemplo você vai ser, isso sim é possível escolher. E o esforço é tão pequeno comparado aos resultados, que nem chega a ser UMA dificuldade.

– Abrir a porta de um carro, ceder seu lugar no ônibus para um idoso, atravessar na faixa de pedestre e tantos outros gestos que são esquecidos em VIRTUDE da busca constante pela satisfação pessoal em detrimento dos outros.

– Em suma, você pode escolher e decidir –  (DAR OPORTUNIDADES PARA OS OUTROS É UMA VIRTUDE).

Texto de um anônimo – NG Canela – Outubro de 2009