quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal 2010

 Post (0099)

-Tudo acontece diferente no Natal.

– Você compra os presentes, reúne a família, prepara a casa e a ceia...

– Agora, quando acontece algo que você nem imaginava, o Natal ganha ainda mais brilho e vira um grande Natal e mais do que você imaginava isto pode ser muitas coisas:

> Pode ser o amigo distante que chega de surpresa;

> Pode ser aquela pequena lembrança, que na verdade é um presentão;

> Pode ser um abraço inesperado de última hora;

> Pode ser uma mensagem que chega ao seu e-mail ou celular, de alguém que esta longe e tudo que faz estes momentos serem únicos...

– Preste atenção nos pequenos detalhes deste Natal e sinta que algo que você não imaginava está para acontecer.

– Tenha um inesquecível Natal e um próximo Ano Novo cheio de realizações são os meus votos.

NG Canela – Dezembro de 2010-12-22

Esta mensagem originalmente publicada em um panfleto de um magazine local foi ligeiramente modificada e adaptada.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O lado escuro de Lua

 

– A Escritora Débora Fleig Paludo tem no Jornal de Canela uma coluna chamada Entremeios, da qual sou leitor assíduo, ontem recebi por e-mail um convite para o lançamento de seu livro “O lado escuro da lua” a ser realizado no dia 15 de dezembro às 20h no Empório Canela, o qual estou repassando para os meus seguidores e amigos.

NG Canela – Dezembro de 2010 – Post (0098)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dicas de auto-ajuda

 Post (097)

Dicas muito bem humoradas de auto-ajuda para o próximo ano de 2011, que esta chegando.

1ª. – Você não é completamente inútil… Ao menos serve como exemplo;
2ª. – Se você não é parte da solução é parte do problema;
3ª. – Errar é humano, mas achar em quem colocar a culpa é mais humano ainda;
4ª. – O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe;
5ª. – Tenha consciência de que quem sabe, sabe. Quem não sabe manda;
6ª. – Se bebes é bom deixar a bebida. Só não esqueças onde;
7ª. – Saiba que existe um mundo melhor, mas é caríssimo;
8ª. – Trabalhar nunca matou ninguém, mas… Para que se arriscar;
9ª. – Lembre-se sempre: Há duas palavras que abrem muitas portas: Puxe e Empurre;
10ª. – Não leve a vida tão a sério, afinal você não sairá vivo dela.

Autor desconhecido, recebido por e-mail -NG Canela – Dezembro de 2010.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A serpente e o vagalume

 

serepente e vagalume bloksPost (0096)+Vídeo

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume que só vivia para brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada… No terceiro dia, já sem forças o vaga-lume parou e perguntou à serpente:
– Posso fazer três perguntas?
– Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te comer mesmo assim, pode perguntar…
– Pertenço a sua cadeia alimentar?
– Não.
– Te fiz algum mau, alguma coisa?
– Não.
– Então por que você quer me comer?
– PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR…
Pense nisso, sempre que você brilhar. Certamente haverá uma serpente a lhe espreitar, cuidado.
Texto da internet – NG Canela – Dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O último biscoito

 

último biscoito2Post (0095)+Vídeo

– Uma jovem estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu compras um livro e um pacote de biscoitos.

– Sentou-se numa poltrona, para poder descansar e ler para passar o tempo.

– Ao seu lado sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler, entre eles estava o saco de biscoitos.

– Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Sentiu-se indignada, mas nada disse. Apenas pensou: “Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição dava-lhe um soco, para que ele nunca mais se esquecesse deste atrevimento!”.

– A cada biscoito que ela pegava o homem também pegava um. Aquilo a foi deixando cada vez mais indignada, sem conseguir reagir.

– Quando restava apenas um biscoito, ela pensou: “Ah… o que vai esse abusado vai fazer agora?”.

– Então, o homem dividiu o último biscoito ao meio, deixando a outra metade.

– Ah! .. Aquilo era demais! Ela estava soprando de raiva! Então, pegou o livro, e o restante de suas coisas e dirigiu-se para a porta de embarque.

– Quando se sentou confortavelmente na sua poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro de sua bolsa e para sua surpresa, viu intacto o seu pacote de biscoito, do jeito que havia comprado.

– Sentiu imensa vergonha! Percebeu quanto esta errada. Tinha-se esquecido que tinha guardado seus biscoitos na bolsa.

– O homem tinha dividido os seus com ela, sem sentir-se indignado, nervoso ou irritado ao contrário dela.

– E já não havia mais ocasião para se explicar, nem pedir desculpas! Somente refletir sobre o acontecido.

Texto de autor desconhecido – NG Canela – Dezembro de 2010.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A ponte

 

Post (0094)

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por um total silêncio.

Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramenta de carpinteiro na mão.
– Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
– Sim, disse o fazendeiro. Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.

-Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando chegou, não acreditou no que viu: Em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
– Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.
Mas as surpresas não pararam por aí. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel. O irmão mais novo então falou:
– Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que aconteceu entre nós.
De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho pegou sua caixa de ferramentas.

-Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.
E o carpinteiro respondeu:
– Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes. O que você está esperando? Comece agora!

Autor desconhecido – NG Canela – Novembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O mau comportamento

 

Post (0093)

Falta de educação no relacionamento profissional gera custos elevados para as empresas, afeta clientes, colegas e a comunidade.

-A falta de educação e de polidez faz com que as pessoas se sintam mal e as repercussões são diretas no relacionamento com os clientes e colegas de trabalho. Afeta a qualidade do produto e o relacionamento com fornecedores e a imagem da empresa.

– O relacionamento interno é extremamente importante para que os demais possam fluir. – Existem chefes rudes, que expõem suas ideias por meio de grosserias aos subordinados, gerando resmungos e cara feia. Existem ainda os atritos entre colegas. Criando um clima de tensão e mal-estar, atrapalhando a execução das atividades e resultando em insatisfação na equipe.

– E quanto aos clientes e fornecedores, extremos vitais para a empresa? São eles que sustentam a organização, o atendimento bem feito, com educação, polidez e cortesia, garantem o sucesso formando uma parceria sólida e duradoura.

– Quando um fornecedor é tratado mal, tenta se esquivar em oportunidades futuras, criando barreiras para não atender as solicitações de quem lhe foi rude. Gerando um custo enorme para a empresa.

– Como podemos mapear e melhorar esse mau comportamento?

Uma idéia são os treinamentos em grupo. Num primeiro momento, precisaremos identificar que queremos melhorar. Saber o que é falta de civilidade e de educação. Depois, colocar aquilo que se espera. Quando esses comportamentos estiverem em forma de “manual de bom comportamento”, é preciso disseminá-los para todos os níveis, deixando claro o que é esperado, sem exceção. Todos, incluindo a diretoria, devem estar igualmente envolvidos. Caso contrário, a iniciativa pode cair em descrédito.

– Para manter o bom relacionamento, é importante separar o “o joio do trigo”. Por mais que se goste de uma pessoa, quando ela tem um comportamento que não é adequado é preciso falar abertamente sobre os pontos que precisam ser melhorados, mostrando os benefícios que a mudança pode gerar. Temos que desmistificar a idéia de que “se eu falar algo ele ficará contra mim”.

Então, para conseguirmos eliminar o custo do mau comportamento, é preciso treinar, comunicar o que se espera, mostrando a importância de ser educado e cortês, e os benefícios que isto traz para a vida. O sucesso da empresa cabe a todos!

Texto de Brian Lipczynski Martins – NG Canela – Novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A máquina de escrever

 Post (0092)+Vídeo

– Acreditem em já existiu um equipamento chamado “Máquina de escrever”

– É bom a gente não falar muito disto, pois se, vão nos chamar de velhos, nascidos na era APC (Antes do PC).
– Naquela época para conseguirmos um emprego, tinha-se que aprender datilografia (Era como chamavam a digitalização) em uma máquina de escrever.

– Existia ali no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre em uma sala nos fundos de um corredor de um prédio que já foi demolido, uma porta com a parte superior em vidro, onde se lia “Escola de datilografia do professor Deoclides – Matriculas abertas”.

– Ao adentrar-se, deparava-se com uma sala um pouco escura, onde sobre as mesas estavam às maravilhosas e modernas “Maquinas de escrever”, pretas, com teclados de madrepérola e alavancas cromadas.
– Ao fundo a mesa do professor Deoclides, atulhada de papéis, e ele seus alunos sobre as lentes bifocais do óculos de aro de tartaruga.
– Sobre cada mesa pendia do teto alto uma lâmpada incandescente em um plafon aloçado…
– Tinha-mos que ficar teclando até encher uma página de “QWERTY QWERTY QWERTY QWERTY ” os dedos ficavam duros, na outra aula: “ASDFGH ASDFGH ASDFGH ASDFGH” e assim até decorar o teclado inteiro e passar para formar palavras.

– Mas o mais incrível era que o professor insistia que cada letra tinha que ser com um dedo diferente, tinha-se que usar todos os dedos da mão, e mais, as letras do lado esquerdo do teclado tinham que ser tecladas com os dedos da mão esquerda e as da direita com os da mão direita, pasmem!
– Nem o dedão escapava, era dele o travessão, aquela tecla maior que fica em abaixo das pequenas.
– E os acentos, puxa não quero nem lembrar.
– Só para maltratar as máquinas de escrever não tinham teclado numérico.
– E o fim da linha, era um deus nos acuda. Se agente não se desse conta ou não ouvisse a campainha que tocava “automaticamente” para avisar que a linha estava chegando ao fim, a última letra ficava rebatida, inteligível, um verdadeiro borrão ou a máquina trancava.
– E mais, não tinha retrocesso (Back Space), escrito errado ficava errado. Oh Deus!
– Para nova linha, acionava-se uma alavanca, que movia o rolo na parte superior onde estava o papel, esta mesma alavanca servia para o retrocesso, ou seja, posicionar o papel no inicio da nova linha (Enter do PC,).
– Verificador ortográfico nem pensar, tinha-se que ter conhecimento de linguagem.
– Naquela época fazia um grande sucesso uma máquina fabricada na França, que vinha com uma tecla que era literalmente um borrão, muito útil quando se tinha dúvida se a palavra era escrita com s, z ou x, a gente tacava o borrão e a culpa era atribuída à máquina…
– Hoje é muito mais fácil, com os dois dedos indicadores fazemos tudo e se errarmos é só voltar e reescrever.

– Veja você, tínhamos que pensar e prestar muita atenção ao que estávamos fazendo, pois se errássemos tínhamos que começar tudo novamente, e isto de certa forma ajudou em nossa formação para a vida como um todo.
Texto de N.Geraldi, devidamente datilografado – NG Canela – Novembro de 2010
>> Vídeo com Jerry Lewis:
>>Veja como uma máquina de escrever era fabricada: